domingo, 13 de setembro de 2009

ilusão

líria porto

aquele amor pareceu-me o vento
e durou o tempo de uma lufada

fez arder os olhos balançou-me o peito
prosseguiu caminho

                            fiquei eu na estrada

*

2 comentários:

Moacy Cirne disse...

Menina,
nove em um só dia?
Ninguém pode com você.
E todos de boa qualidade.
Rm bom português:
você é Fócrates,
como dizia Soda.

Um abraço.

Hercília Fernandes disse...

Beleza de poema, Líria. Senti, na própria pele, a transitoriedade do vento e a eternidade do voo.

Beijos :)
H.F.

dedicatória

nus descampados (im)puros
fiamos o plenilúnio

(líria porto)



*















quem tem pena de passarinho
é passarinho

(líria porto)

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